segunda-feira, fevereiro 20, 2012
Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura.
Hebreus 6.19a


A mais conhecida crise econômica da história moderna ocorreu de 1929 a 1933, quando esforços e economias de vidas inteiras sumiram como bolhas de sabão. As pessoas entraram em pânico ao se ver repentinamente na miséria e alguns até se suicidaram.

Quanto ou o que cada um precisaria perder para não ter mais nenhuma esperança? Pensar nisto me fez revisitar meus valores e repensar quais seriam meus tesouros mais queridos. Na verdade, nossos tesouros podem variar muito: bens materiais, saúde, pessoas amadas, beleza, juventude e o que mais? O maior tesouro de cada um é aquilo sem o qual não vale mais a pena viver.

O ser humano sempre vai pra onde seu coração já foi ante e, conforme Mateus 6.21, "onde estiver o seu tesouro também estará o seu coração". Ora, se toda minha confiança estiver em determinado bem, quando ele se for levará junto minha mente (chamado na bíblia de "coração"), e lá irei eu atrás dele, janela abaixo. Então, o que "segura a barra" quando tudo desaba?

Navios dependem da âncora, que ali está principalmente para a hora da tempestade, quando fixa a embarcação e impede que ela seja destruída. Aqueles que optaram pelo suicídio depois da  crise de 29 fizeram isso porque perderam a esperança que era a âncora de sua alma. No texto de hoje (Hebreus 6.19a) o escritor fala dessa âncora, uma habitação para o coração que , firmada além das circunstâncias, faz toda a diferença. Que esperança é essa? Veja o contexto: as promessas de Deus.

Ser cristão não é "seguir uma religião! e tentar obedecer a um punhado de regras de "não pode", tentando agradar a divindade para ver se consegue um lugarzinho melhor no céu, ou quem sabe uma "mãozinha" divina nos afazeres daqui. Seguir Jesus Cristo é exatamente aprender a viver neste mundo usufruindo as circunstâncias sem delas depender - porque o coração está mais firma, firmado nas promessas de Jesus.

As promessas de Deus são uma âncora que nos segura nas tempestades da vida.


Livro Pão Diário
terça-feira, fevereiro 14, 2012
Hello! Tudo bem com vocês?

Bom, hoje eu vou falar sobre o verdadeiro jejum. Esse post foi baseado no livro da Joyce Meyer, "Eu e Minha Boca Grande".




"Seria este o jejum que eu escolheria: que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco grosseiro e cinza? Chamarias tu a isso jejum e dia aprazível ao SENHOR?"
Isaías 58.5

O povo de Israel clamava a Deus e sentia que não era ouvido por Deus. O Senhor, então, por sua bondade, mostra que a motivação estava errada. os israelitas acreditavam que as tradições ou os rituais os aproximavam do Pai.

Mas como deveria ser o verdadeiro jejum?

O intuito do jejum é quebrar o poder da carne. Abrir mão da sua vontade. Esse período deveria ser um tempo de oração e intimidade com Deus, onde você pode apresentar a Ele suas súplicas e petições.

É muito comum a pessoa começar um jejum de alimento, por exemplo, e ficar o tempo todo de frente a televisão. Não gasta tempo lendo a bíblia nem orando. Então como pode haver resposta? Pense nisso e mude. Você só recebe sua benção quando alcançar o coração de Deus. Por isso faça algo ousado.

Fiquem na Santa Paz.

sábado, fevereiro 04, 2012
Já teve um problema que não sabe resolver? Talvez foi algo que você fez mas não encontrou solução, ou alguém que magoou sem querer. 

Diz que tudo na vida acontece por acaso. Será mesmo? Eu não entendo porque a gente tem que ser abandonado pelas pessoas. Ou porque depois disso a gente sempre fica magoado.

Se tem uma razão por que não superamos rápido. Chego a conclusão que nem tudo é como eu gostaria e que tem coisa que Deus não vai me deixar entender (e eu nem sei porquê), mas se eu confiar n'Ele tudo vai dar certo no final.

De alguma forma eu tenho certeza disso. Essa é minha motivação!

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Uma jovem que percebeu que não podia fazer nada sem Deus.
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